quinta-feira, 24 de maio de 2018

Leasing, Factoring e Capital de Risco

1. Supõe que desejas adquirir um automóvel que custa 25.000 €. Identificaste o leasing como boa opção de financiamento e desejas pagar a viatura em 48 meses. 
Determina (faz print screen) a (a) entrada inicial (Sugestão: 5.000 €), o (b) valor do aluguer mensal e o (c) valor residual (Sugestão: 1.000 €). 

2. Caracteriza o leasing.
R: Leasing significa ceder a posse por arrendamento e realiza-se através do aluguer de um ativo dispendioso.  
3. Refere as vantagens do leasing relativamente a outras alternativas de financiamento.
R: As vantagens do leasing podem ser :

  • Um esquema inteligente 
  • Isenções da compra de bens e capital 
  • Juros menores do que as outras opções de financiamento 
  • Benefícios ficais para as empresas
  • Possibilidade de obter um novo bem ou renová-lo no fim do contrato 
  • Financiamento (consumo ou investimento) a 100%

4. Caracteriza o factoring.
R: Factoring é a contratação de uma pessoa (agente consignatário) para receber o dinheiro das facturas de empresa.
5. Refere as vantagens do factoring relativamente a outras alternativas de financiamento. 
R: As vantagens do factoring podem ser :

  • A antecipação do pagamento 
  • A simplificação ao nível contabilístico
  • O financiamento de curto prazo rápida 
  • Terem acesso a uma taxa de juro mais favorável no crédito em conta corrente na CGD
  • Reduzir os prazos médios de recebimento
6. Compara a actividade das sociedades de capital de risco com a actividade dos bancos, sintetizando em menos de 200 palavras a generalidade dos aspectos referidos na página 9 deste Guia.
R: O capital de risco em comparação com o banco tem um perspectiva a médio e longo prazo enquanto o banco é a qualquer prazo. O capital de risco tem um empenhamento total até desinvestimento, já o envidamento é a análise do risco de solvabilidade e exigência de garantias patrimoniais. O capital de risco está dependente dos resultados dos negócios, já o envidamento do cumprimento do plano de pagamentos e da manutenção dos activos.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Poupança e Investimento

1. Justifique porque o conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento.
R: A poupança é abordado com o investimento porque a poupança são os rendimentos dos particulares menos o consumo privado das famílias.
2. Refira o efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança da sociedade portuguesa.
R: A partir dos anos 90 era mais fácil porque passou a ser popularizado o cartão de crédito e se as pessoas têm direito ao crédito, não precisão de poupar menos. Com a entrada na CEE e á zona Euro as pessoas começaram a sentir-se mais ricas.
3. Identifique uma opção de poupança perigosa e sem qualquer rendimento.
R: Entesouramento.
4. Identifique o destino de poupança mais comum.
R: Aplicação financeira.
5. Identifique a aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva.
R: Investimento.
6. Explique porque a taxa de lucro deverá ser superior à taxa de juro.
R: Para compensar o risco de investimento (pode causar prejuízo) e o trabalho.
7. “A taxa de juro é o preço de equilíbrio que se estabelece entre quem procura e quem oferece liquidez”. Comente.
R: A taxa de juro é utilizado para registar a rentabilidade de uma poupança ou o custo de um crédito. A taxa de juros tem diferentes tipos de índice que se empregam na medida de rentabilidade das poupanças. A taxa de juros é acordado entre o tempo dado e o dinheiro.
8. Explicita as funções do investimento.
R: As funções do investimento são as substituições ou reposição do capital, a formação de capital e aumento da capacidade produtiva e a inovação.
9. Explicita o conceito de amortizações.
R: O conceito de amortização é quando nós pedimos um empréstimo, por exemplo, de 10 000 € em 5 anos e passado um ano termos o dinheiro para amortizar-mos.
10. Distingue investimento de reposição de investimento de expansão.
R: O investimento de expansão é aumentar a capacidade produtiva.  
O investimento de reposição é investir na máquina
11. Define investimento líquido.
R: Investimento líquido é a parte do investimento que é realmente aumento da capacidade produtiva.
12. Justifica a variação de existências como componente do investimento.
R: A Variação de existências, em relação ao investimento, varia se VE<0, investimento, e VE>0, desinvestimento.
13. Justifica uma elevada taxa de poupança e um elevado volume de investimento como elementos do mesmo “ciclo virtuoso”.
R: Quando a poupança é maior, o investimento real é maior também. A formação de capital é o crescimento do desenvolvimento.
14. Entre os vários tipos de investimento, identifica o que mais contribui para:
a) o crescimento da economia;
R: Material.
b) a inovação;
R: Imaterial.
c) a especulação.
R: Financeiro.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Desigualdades na repartição dos rendimentos em Portugal e na UE

1. Distingue pobreza de privação material. Recorrendo à imagem no início deste post calcula quantas pessoas são afectadas pela (a) pobreza; (b) pela privação material; (c) por ambas as situações. 
R: Pobreza é quando uma pessoa tem o rendimento 60% inferior à média e privação material é a porção da população material que tem no mínimo 3/9 das dificuldades. As pessoas afetadas pelas pobreza são 55518000, as que são afetadas pela privação material são 21432000 e as que são afetadas sobre ambas são 13794000.
2. Refere o subemprego como factor explicativo da pobreza. 
R: O subemprego é um fator explicativo da pobreza porque, como subemprego é a pessoa trabalhar menos, consequentemente recebe também menos o que faz com que a pobreza também aumente.
3. Identifica os grupos sociais que correm maior risco de pobreza e exclusão social. 
R: Desempregados, agregados familiares e os inativos.
4. Indica os cinco países da EU com (a) mais e (b) menos população em risco de pobreza, analisando o grupo etário mais jovem (0-17). 
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+em+risco+de+pobreza+total+e+por+grupo+etario+(percentagem)-2331-180821 
R: A) Roménia, Bulgária, Grécia, Hungria e Espanha.
     B) Países baixos, Republica Checa, Eslovénia, Finlândia e Dinamarca.
5. Indica os cinco países da EU com (a) mais e (b) menos população em risco de privação material severa, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Taxa+de+privacao+material+severa+total+e+por+grupo+etario-2333-181087 
R: A) Bulgária, Roménia, Grécia, Hungria, Chipre.
     B) Dinamarca, Luxemburgo, Países Baixos, Luxemburgo e Suécia.
6. Entre o Telefone, a Televisão a cores e a Máquina de lavar roupa, verifica de qual destes bens se encontram privadas mais pessoas. Indica os cinco países com mais população privada da sua aquisição. http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+sem+capacidade+de+aquisicao+de+alguns+equipamentos+domesticos+(percentagem)-1526-63402 
R: Roménia, Bulgária, Hungria, Polónia, Croácia. 
7. Verifica qual o género onde o problema do subemprego atinge mais pessoas. Indica os cinco países onde esse género é mais afectado.
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+com+menos+de+60+anos+a+residir+em+agregados+domesticos+com+intensidade+laboral+muito+reduzida+total+e+por+sexo+(percentagem)-2334-181238 
R: Atinge mais as mulheres. Grécia, Espanha, Bélgica, Croácia e Bulgária.
8. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo rácio S80/S20. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Desigualdade+na+distribuicao+do+rendimento+(S80+S20)-1540
R: Bulgária, Roménia, Lituânia, Espanha e Grécia. Significa que o rendimento dos 20% mais ricos é 5,9 vezes maior do que os 20% mais pobres.
9. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo Coeficiente/Índice de Gini. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Indice+de+Gini-1541
R: Bulgária, Lituânia, Roménia, Espanha, Letónia. Significa que a desigualdade das pessoas em Portugal é de 33,9%.
10. Recorrendo ao Índice Better Life refere três dimensões como pontos fracos de Portugal, e outras três dimensões como pontos fortes (ou menos maus que noutros países). 
R: Os pontos fortes é a segurança, a vida/trabalho e o meio ambiente, os pontos fracos são a satisfação pessoal, a renda e o engajamento cívico.
11. Consultando o PORDATArefere a evolução do poder de compra, de 1993 para 2015, em cinco concelhos à tua escolha. 
R: Em arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção e Paredes de Coura, o poder de compra aumentou sempre.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Rendimento disponível dos particulares - 2018

1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.
R: Rendimento pessoal é o total das receitas, ou dinheiro, recebido por um indivíduo, ou família, durante um dado período de tempo e rendimento pessoal disponível é  o que as famílias têm para gastar menos os impostos e, por exemplo, as contribuições para a segurança social. 
2. Distingue impostos directos de impostos indirectos.
R: Impostos diretos é o rendimento ou o património ou o rendimento, como o IRS, o IMI, e impostos indiretos são prestações obrigatórias, pagas pelos contribuintes e que incidem sobre o rendimento.
3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.
R: A diferença entre pagar impostos e pagar as contribuições para a segurança social, é que ao pagarmos para a segurança social, sabemos para onde vai esse dinheiro.
4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.
R: Os bens não duradouros são bens indispensáveis à saúde do homem porque são bens que só podem ser usados uma vez, como a comida, um copo de água. É a parcela mais estável porque, nós sendo ricos ou pobre, precisaremos sempre de comprar comida por exemplo.
5. Utilizando o ficheiro de ajudacalcula:
a) O Rendimento Pessoal; 
b) O Rendimento disponível dos particulares;
c) O Consumo privado;
d) A Poupança;
e) A Taxa de Poupança;
f) As Taxas de crescimento das diversas rubricas. 
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_pGA6UDnOXKzb-4BQKmfbMZAb03UQBqmsKuwRxeB1aE/edit?usp=sharing

6. Interpreta os cálculos acima efectuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais;
R: 2011.
b) Nesse ano, quais as rubricas cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP;
R: As quedas que contribuíram foram as quedas do rendimento de empresas e propriedade e a queda do rendimento do trabalho.
c) Nesse ano, quais as rubricas cujo aumento mais contribuiu para a redução do RDP;
R: Impostos diretos.
d) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
R: Diminuiu.
e) Nesse ano, o significado da taxa de poupança. Como se justifica a queda da taxa de poupança 
após o final do Programa de Assistência Económica e Financeira (2011-2014, vulgo Troika).
R: A taxa de poupança diminuiu, porque como Portugal atravessou uma crise, as pessoas precisaram de poupar para conseguir manter o seu nível de vida, poupar em bens duradouros, mas assim que a crise acabou, as pessoas como tinham já mais dinheiro, começaram a gastar e deixaram de poupar como antes.

7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW
Comenta.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

A redistribuição dos rendimentos

1. Entre as receitas públicas, identifica e justifica:
a) A que agrava o volume da dívida;
R: Receitas creditícias porque resultam da contracção de empréstimos.
b) A que pode significar redução da actividade do Estado na economia;
R: Receitas patrimoniais ou voluntárias porque essas operações não são impostas mas sim negociadas com os particulares.
c) A que deverá ser utilizada para financiar despesas correntes. 
R: Receitas coactivas pois os restantes reconhecem os direitos de lhes subtrair recursos para que realiza os objetivos com os quais se comprometeu.
2. Distingue políticas fiscais de políticas sociais.
R: Políticas fiscais são as áreas onde o estado fará mais despesas como a educação a saúde a alimentação, as políticas sociais é onde o estado vais buscar os impostos como o IRS o IMI etc.
3. Explica em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
R: É arrecadar os impostos de uns e de conceder subsídios as outros..
4. Indica a importância das quatro principais rubricas da Despesa em 2015. (Dados da DGO)
R:  Transferências correntes- 48.3%
Despesas com o pessoal- 17.7%
Aquisição de bens e serviços correntes- 15.4%
Juros e outros encargos- 10.1%
5. Indica as três categorias com maior peso nas Receitas em 2015. (Ver Receitas no link anterior)
R: Impostos indirectos-28.6%
Transferências correntes-23.9%
Impostos directos-23.8%
6. Refere como o valor dos impostos varia com:
a) o nível de rendimento;
R: Quem tem um mais rendimento paga mais impostos do que os que têm menos rendimento.
b) o estado civil;
R: Os solteiros pagam mais impostos que os casados .
c) o número de filhos.
R: Quem tem mais filhos paga menos impostos do que os que têm menos filhos.
7. Justifica a independência da afectação das despesas às receitas. (Regra da não-consignação orçamental)
R: Os impostos e as despesas têm de ser independentes porque o estado estado deve colocar despesas consoante as necessidades e receber os impostos consoante a capacidade dos contribuintes.