terça-feira, 17 de abril de 2018

Repartição pessoal dos rendimentos: Leque salarial e Rendimento per capita

1. Aponte algumas razões que podem conduzir a uma repartição do rendimento injusta, mesmo num mercado eficiente.
R: O rendimento injusto é quando uma grande quantidade de dinheiro está repartido por uma curta quantidade de pessoas e quando uma grande quantidade de pessoas têm uma pequena quantidade
de dinheiro.

2. Distinga o rendimento pessoal do rendimento pessoal disponível.
R: O rendimento pessoal é o total das receitas, ou dinheiro, recebido por um indivíduo, ou família, durante um dado período de tempo e o rendimento pessoal disponível é o que as famílias têm para gastar.
3. Considerando uma nova distribuição do rendimento, calcula nos 3 países:


a) A percentagem do Rendimento Nacional que cabe ao trabalho (Repartição Funcional do Rendimento);


b) Quantas vezes o salário máximo é maior que o salário mínimo (Leque salarial);

c) Em que país o rendimento se encontra melhor distribuído? (considerando todos os rendimentos, ie., a Repartição Pessoal do Rendimento);


d) O Rendimento per capita.














e) Comente os resultados obtidos nas alíneas acima.
R: O rendimento nacional que cabe ao trabalho é dividido no lucro, no juro, na renda e no salário das famílias, e dá para ver que na família A e B no país 1 não tiveram lucro já que só tinha o salário e a renda, já as outras famílias tiveram lucro. No país 2 apenas a família D teve lucro e no país 3 , a família B e C tiveram lucro.
O leque Salarial é a diferença entre o salário mínimo e o salário máximo, ou seja, quantas vezes o salário mínimo cabe no salário máximo. No país 1, o salário máximo é de 37,5, no país 2 o salário máximo é de 35 e o no país 3 o salário máximo é de 20. Já o salário mínimo do país 1, 2 e 3, respetivamente é de 33.333, 23.5714 e 12.5. Já o leque salarial dos países, 1, 2 e 3, respetivamente é 1.125, 1.48485 e 1.6, ou seja, no país 1, se dividir-mos o salário máximo pelo salário mínimo, dá 1.125, ou seja, o salário máximo é 1.125 maior do que o salário mínimo o que faz com que haja uma boa repartição dos salários, já no país 2, o coeficiente entre o salário máximo e mínimo já é de 1.48485, já é maior que o outro mas continua bom porque o salário máximo apenas é 1.48485 maior do que o mínimo. Já o país 3 é o que tem a maior diferença entre o salário máximo e mínimo, diferença de 1,6.
A repartição pessoal
4. Refira três limitações do Rendimento per capita.

5. O EuroStat, calculando o Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, já pretende responder a uma das limitações do Rendimento per capita. Qual? Justifique.

6. Publica um gráfico com os valores do Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, para 10 países contrastantes (5 dos + ricos e 5 dos + pobres). Comenta o gráfico.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Repartição funcional dos rendimentos

1. Explicita o conceito de repartição primária dos rendimentos.
R: É aquilo que se paga pelos factores produtivos, ignorando a actividade do Estado.
Os trabalhadores recebem os salários, os proprietários as rendas, os empresários os lucros e os capitalistas os juros.
2. Apresenta os cálculos efectuados para obter o salário mínimo geral mensalizado em 2018.
R: O salário mínimo é fazer o salário mensal*14meses/12meses.
Salário mensal*14 meses= salário anual
Salário anual geral/12 meses= salário mensal mínimo geral
3. Refere o rendimento primário:
a) Mais comum; Salário 
b) Que cabe aos proprietários; Rendas 
c) Associado aos empréstimos; Juros
d) Mais incerto. Lucro

4. Calcula o juro resultante de uma aplicação de 500€ durante 5 anos, à taxa de juro (TANB) de 4%, pagando IRS à taxa de 28%.
NOTA: Apresenta os respectivos cálculos e a imagem obtida no Portal do Cliente Bancário
R:
500*0.04*5=100
100*28%= 28



5. Organizaram-se os países da União Europeia em dois grupos contrastantes em termos dos ratings da dívida soberana:
  • Grupo Resgatados
    Portugal (ainda lixo para a Moody's)
    Itália (ainda lixo para a Moody's)
    Grécia (lixo para qualquer agência de rating)
    Espanha (recentemente era lixo)
  • Grupo AAA ou quase
    Alemanha
    Suécia (Sweden)
    França
    Reino Unido
a) Indica a percentagem do PIB que cabe ao trabalho em cada país, utilizando os valores que se observam no Gráfico interactivo em 2016. 
R: Portugal- 44.4%
Itália- 39.8%
Grécia- 33.6%
Espanha- 47.3%
Alemanha- 51.1%
Suécia- 47%
França- 52.3%
Reino Unido- 49.5%
b) Relaciona a repartição funcional do rendimento com o desenvolvimento dos países.
R: A repartição funcional do rendimento compara a quota do rendimento atribuída a cada factor produtivo e como os países AAA são os mais desenvolvidos, a quota de rendimento de cada fator é mais desenvolvida do que os países resgatados.
6. Constrói com os valores disponíveis no (Quadro A.1.3.4.1 - PIB a preços de mercado na ótica do rendimento (preços correntes; anual), INE), um gráfico que mostre a evolução da percentagem das remunerações relativamente ao PIB, ie., a repartição funcional do rendimento actualizando este.

a) Comenta a tendência que observas na repartição funcional do rendimento no período em análise.
R:  A tendência é decrescente de 47% para 44% mesmo tendo havido ligeiros aumentos.
b) Verifica a possibilidade de em 2009, a subida da percentagem do PIB afecta ao trabalho derivar da queda do PIB.
R: O PIB caiu de 178.872.582 para 175.448.190 mas a relação manteu-se constante. 

terça-feira, 10 de abril de 2018

A actividade produtiva e a formação dos rendimentos

1. Refere duas medidas políticas propostas pelo RDH2015 tendo em vista a redução das desigualdades de oportunidades
R: Concretização de programas de garantia de emprego direto.
Garantia de um rendimento de subsistência.
2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
R: Em uma sociedade igualitária, o rácio é igual a 1.
3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento.
R: Por quanto maior for a equalidade na repartição do rendimento, maior será a consequência  sobre o rácio desse país, como em Portugal que foi sempre diminuindo, já os países da todos da União Europeia, o rácio já foi aumentando.
4. Distingue rendimento de riqueza.
R: Riqueza corresponde a um valor estático, devido à acumulação de diversas poupanças de uma família. Rendimento é o dinheiro que recebemos de salários, de ordenados ou vencimentos, ou de outras diversos rendimentos complementares.
A riqueza advém do rendimento pois a partir do rendimento é que se consegue fazer poupanças para, no futuro, se ter riqueza.
5. Distingue riqueza de capital. 
R: Capital é quando a riqueza é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir.
6. Distingue rendimento de transferência. 
R: Transferência movimentos pecuniários desligados da produção e rendimento é o dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos.
7. Relaciona valor acrescentado com rendimento. 
R. Rendimento é o dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos e o valor acrescentado é a diferença entre os input e os output.
8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
R: A repartição primária depende dos factores produtivos.
9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
R: 
10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais;
b) Anos de experiência;
c) Diferencial de compensação (poder de atracção das profissões);
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes. 

quinta-feira, 8 de março de 2018

Estruturas de Mercado

1. Observando a tabela de Francisco Pereira de Moura distingue concorrência pura de monopólio.
R: No monopólio existe apenas um grande vendedor e na concorrência pura existem vários vendedores vendem produtos similares.
2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.
R: a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado);
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar.Designa-se por atomicidade o facto de qualquer delas ser muito pequena relativamente ao conjunto; 
c) As empresas e os consumidores têm informação perfeita.
d) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo;3. Critica cada uma das quatro hipóteses acima lendo o texto de Robert Frank.
R: a) um produto pode ser diferenciado, não são completamente homogéneos (por exemplo a fanta do sumol)
b) As empresas podem não ser aceitantes do preço, óbvio que se aumentar vai diminuir a sua clientela mas sempre tem o poder de escolha.
c) as empresas e os consumidores não têm informação perfeita pois nós podemos sair de uma loja onde compramos um produto e depois quando saímos da loja ver o mesmo produto mais barato em outra loja.
d) os fatores podem não ser variáveis ao longo do tempo pois há produtos que não são possíveis de ser variados por diversos fatores.
4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolística associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B cuja curva da procura se apresenta. Justifica a resposta com Richard Lipsey.
R: A concorrência pura são muitos pequenos vendedores que vendem produtos similares e a concorrência monopolista são vários pequenos  vendedores que vendem produtos diferenciados.
A situação A é uma concorrência é uma concorrência perfeita porque como existem bastantes vendedores do mesmo produto não podem aumentar o preço porque sabem que os consumidores irão para o outro local onde vendem esse produto.
A situação B e uma concorrência monopolista porque como só esse vendedor é que vende esse produto pode aumentar ou diminuir o preço quando quiser.

terça-feira, 6 de março de 2018

Elasticidade da procura

1. “Qualquer variação da curva da oferta tem efeitos muito diversos que dependem da inclinação da curva da procura.”
Observando as Figuras 10.1 I e II, a primeira com uma procura elástica, a segunda com uma procura rígida, verifica em qual das situações os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta. Justifica.
R: Na figura 10.1 I a redução da oferta deveu-se a um pequeno aumento do preço conjugado com uma grande variação da quantidade, procura elástica.Sucede com os bens de luxo. Os consumidores poderão abandonar estes bens substituindo esses bens por outros. Na figura 10.1 II a resposta à redução da oferta é um aumento do preço conjugado com uma variação da quantidade, procura rígida. Sucede com os bens de primeira necessidade. Os consumidores muito dificilmente poderão abandonar os bens.
2. Observa as Figuras 10.2. I e II. Explica porque razão será enganador abordar a questão das elasticidades a partir da representação gráfica das curvas.
R: As curvas são exatamente iguais, as escalas é que mudam nos eixos das quantidades e dos preços. por este motivo a representação das curvas pode ser enganadora.
3. Explica porque razão a sensibilidade da oferta e da procura a variações de preços não se deve medir com valores numéricos absolutos, sendo mais elucidativo saber as percentagens de variação dos preços dos vários artigos.
R: Um aumento de 1€ em um café, onde o café custa 0,50€ é um aumento de 200%, já um aumento de 1€ num computador de 1000€ euros, já é apenas um aumento de 1%, ou seja, esse 1% é um aumento insignificante por isso é que se diz que as percentagens são mais claras com o aumento dos preços.
4. Apresenta a definição formal de elasticidade procura-preço.
R: A elasticidade procura-+preço relaciona a variação de quantidade procurada de um bem com a respetiva variação dos preços. Se a variação da quantidade procurada aumentar (diminui) então a variação dos preços diminui (aumenta) porque a curva da procura tem declive decrescente.
5. Justifique o valor negativo da elasticidade procura-preço recordando a relação da curva da procura.
R: Quando a procura aumenta, o preço diminui e quando o preço aumenta a procura diminui, e como o valor da elasticidade-procura é a divisão do preço e da procura da sempre negativo.
6. Se os preços subirem, qual será o seu impacto sobre a procura no caso de a elasticidade procura-preço ser:
a) Perfeitamente rígida (e=0);
R: A procura não varia com o preço.
b) Rígida (0 < e < 1);
R: A procura varia com uma percentagem menor que a percentagem do preço.
c) Unitária (e=1);
R: Têm uma percentagem igual
d) Elástica (1 < e < infinito);
R: A procura varia com uma percentagem maior que a percentagem do preço.
e) Perfeitamente elástica (e=infinito).
R: Se o preço subir, os compradores já não adquirem esse bem.
7. Classifica a elasticidade procura-preço de curvas da procura com a configuração de uma:
a) recta vertical;
R: Procura perfeitamente rígida.
b) recta horizontal;
R: Procura Unitária.
c) hipérbole.
R: Procura perfeitamente elástica.
8. Que interesse terá para uma empresa monopolista conhecer a elasticidade procura-preço do seu mercado?
R: O monopolista aumenta a sua produção ma zona elástica da curva da procura porque é ai que a sua receita total sobe. Não produzem na zona não inelástica porque ai a sua receita desce.
9. Distinga bens de luxo de artigos de primeira necessidade recorrendo à elasticidade procura-preço.
R: Se QP>1 a procura é rígida porque a quantidade varia menos que o preço e se QP<1 a procura é elástica porque a quantidade varia mais que o preço.
10. Define elasticidade procura-rendimento.
R: A elasticidade procura-rendimento relaciona a variação da quantidade procurada de um bem com a variação do rendimento dos compradores.
11. Distingue bens normais de bens inferiores utilizando a elasticidade procura-rendimento.
R: Se QY<0 os bens são inferiores, se QY> são bens normais. Se 0<QY<1 a procura aumenta percentual menos que o acréscimo percentual do rendimento.
12. Interpreta o significado de a elasticidade procura-rendimento ser maior que zero e menor que um.
R: e 0<QY<1 a procura aumenta percentual menos que o acréscimo percentual do rendimento.
13. Apresenta a definição de elasticidade cruzada.
R: Elasticidade procura cruzada relaciona a variação da quantidade procurada de um bem X com a variação do preço do outro bem Y.

14. Recorrendo à elasticidade cruzada, caracteriza:
a) bens substitutos (sucedâneos);
R:Qx Py<0
b) bens complementares;
R: Qx Py>0
c) bens independentes.
R: Qx Py igual ou próxima de 0

sexta-feira, 2 de março de 2018

Teoria elementar dos preços

1. Define preço de equilíbrio.
R: É o preço que se igualam o volume da oferta e o da procura.
2. Por que razão há somente um ponto onde o volume da procura é igual ao volume da oferta?
R: Porque é o único ponto em que os compradores desejam comprar o mesmo que os vendedores desejam vender. 
3. Define excesso da oferta.
R: O volume da oferta excede o volume da procura.
4. Define excesso da procura.
R: O volume da procura excede o volume da oferta.
5. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores. Os produtores produzem menos.
b) compradores Os compradores procuram comprar mais.
 
6. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:
a) produtores Os produtores produzem mais
b) compradores Os compradores procuram comprar menos
7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
Aumento dos rendimentos, aumento do preço de um sucedâneo, baixa do preço de um complementar e mudança de gosto em favor desse produto
b) uma redução da procura
Diminuição do rendimento, baixa do preço de um sucedâneo, subida de preço de um complementar e
mudança dos gostos em desfavor desse produto.

8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
Progresso tecnológico, baixa no preço de outros artigos e baixa no preço dos fatores de produção
b) uma redução da oferta
Retrocesso da técnica, aumento do preço de outros produtos, aumento do prelo dos fatores de produção utilizados e certos tipos de mudanças nos objetivos dos produtores

9. Ilustra no Paint - grava a imagem no ambiente de trabalho e carrega-a para o teu blogue - a "lei" da oferta e da procura correspondente aos seguintes casos:

II - Diminuição da procura;

III - Aumento da oferta;

IV - Diminuição da oferta.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Teoria elementar da oferta 2

https://docs.google.com/presentation/d/1tBl3oWkXOPGjXb0rHpKL_-ANZZgkoxYgDmUpOa3hHI4/edit?usp=sharing

Teoria elementar da Procura

https://docs.google.com/presentation/d/159SbT44PgAt17ein5aOEQk37nNrXpjz0hvBhYg7-wdY/edit#slide=id.g3243156224_0_18

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Teoria elementar da procura

1. Distingue volume da procura de quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
R: Volume de oferta é a quantidade de um bem que os consumidores desejam comprar e quantidade adquirida ou quantidade comprada e vendida são as compras reais.
2. “O volume da procura é um fluxo”. Explicita o significado desta afirmação.
R: Não nos ocupamos com compras isoladas mas sim um fluxo de compras
3. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura. 
R: As variáveis são o rendimento familiar, os gostos familiares e todas as outras variáveis como a moda, a tradição a cultura, entre outras
4. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.
R: Porque quanto mais caro for o bem, menos procura esse bem terá.
5. Explica como se chega à curva da procura a partir da função procura.
R: Chega-se porque quando o preço do bem baixa ou aumenta, a procura aumenta ou diminui.
6. Interpreta a inclinação descendente da curva da procura.
R: A inclinação decrescente da procura deve-se ao facto de haver menos procura pelos bens.
7. Descreve o efeito ilustrado na curva da procura agregada (AD), quando se passou do ponto (P1, Y1) para (P2, Y2).
R: Variação
8. Identifica a situação e descreve um possível efeito ilustrado em cada uma três imagens abaixo.
R: 1- aumento- aumento do rendimento
     2- variação- a procura aumenta ou diminui
     3- diminuição- redução dos rendimentos

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O mercado na sociedade moderna

1. Desenha o circuito económico representando os fluxos que se estabelecem nos mercados de Bens&Serviços e de Factores Produtivos, entre os agentes económicos Famílias e Empresas. 

2. Apresenta uma definição de mercado.
R: Arranjo pelo qual produtor e consumidor se encontram para interagirem para chegar ao  preço e à quantidade
3. Referindo o truque dos incentivosexplica o comportamento no mercado dos:
a) consumidores.- R: Como querem o produto, pagam mais por ele.
b) produtores.- R: Como o produto tem um valor mais elevado, os produtores produzem mais esse bem.

4. Define eficiência no contexto do mercado.
R: O produtor produzir o que melhor sabe e conseguir trocar pelo que mais gosta.
5. Indica:
a) os factores produtivos;- R: Capital trabalho, terra e iniciativa empresarial
b) os rendimentos;- R: Juro Lucro Rendas Salários
c) os agentes económicos; R: Família e empresas 
d) os mercados. R: Mercado de produtos e mercados de fatores.

6. Descreve no circuito económico, a relação entre:
a) Bens & Serviços / Despesas de Consumo ; As empresas vendem bens  e serviços para as famílias mas as famílias têm de pagar as despesas de consumo.
b) Recursos ou Factores Produtivos / Rendimentos; R: As empresas vendem os recursos ou fatores produtivos (dinheiro, terras, empresas e iniciativa empresarial) e recebem os rendimentos (salários, rendas, juro e lucro)
c) Bens & Serviços / Receitas (das Empresas); R: As empresas vendem bens e serviços mas a famílias têm de lhes dar as receitas.
d) Recursos ou Factores Produtivos / Custos (das Empresas). As empresas dão os custos e as famílias compram os recursos ou fatores produtivos.


7. Refere três situações como dificuldades de funcionamento ou falhas do mercado.
R: Uma das dificuldades é comprar-mos um produto e no dia seguinte vermos em outra loja o mesmo produto mais barato, outra falha é que beneficiam os resultados da atividade económica e o outro é que pode haver um mau funcionamento.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A inflação em Portugal e na UE

1. Constrói e interpreta dois gráficos semelhantes aos anteriores (*), partindo da Taxa de Inflação (Taxa de Variação do Índice de Preços no Consumidor), no PORDATA.


R: Em cada país, quando o preço aumentava e diminuía, nos outros países acontecia o mesmo


R: Em 1996 pagava-se menos do que se paga agora e, 2015, pelos mesmo produtos

2. Utilizando os dados do EUROSTATindique e interprete, para Portugal e para a AE19, em Dezembro de 2017:
a) O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor com 2015=100; 102.37
b) A taxa de inflação mensal; Num mês paga-se menos 0,2 do que no mês anterior pelos mesmo preços 
c) A taxa de inflação homóloga; 
d) A taxa de inflação média. 

II
Constrói uma apresentação para responder às Questões de Exame – 2015 e 2014, assinalando a opção correcta e mostrando por que razão as restantes são falsas. 






III
Em que ano o salário real foi maior? Preenche a tua parte do ficheiro.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Taxa de Inflação em Portugal e na Área Euro de 2011 a 2014

1. Completa as tabelas acima utilizando 2 casas decimais e personalizando as imagens.
R:
2. Indica em que ano, (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) Os preços estavam mais baixos; 
A-2010
B-2010
b) Os preços estavam mais altos; 
A- 2014
B- 2014
c) Os preços subiram mais; 
A-2011
B- 2011
d) Os preços subiram menos. 
A-2014
B- 2014
3. Explicita o conceito de taxa de inflação implícito neste exercício.
R: A subida e descida média dos preços
4. Interpreta para 2012 (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) O Valor do Cabaz;
A- O valor do cabaz aumentou de 500 para 532,5 em, 2012
B- O valor do cabaz aumentou de 1000 para 1052 em 2012
b) O Índice de Preços no Consumidor com 2010=100;
A- Aumentou 2,8
B- Aumentou 2,5
c) O Índice de Preços no Consumidor em cadeia;
A- Aumentou de 100 para 106,5 de 2012
B- Aumentou de 100 para 105,3 de 2012
d) A Taxa de Inflação.
A- A taxa de inflação foi de 2,8
B- A taxa de inflação foi de 2,5

5. Supõe que o sr. Silva, residente em Portugal, recebia 800 € em 2011 e foi aumentado para 820 € em 2012. Indica o ano em que teve maior poder de compra. Justifica apresentando os cálculos efectuados.
R: Perdeu porque a taxa de inflação foi maior que a taxa salarial.

Considera o gráfico abaixo.
Fonte: Destaque do INE, 13/Jan/2013. 
01 Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas 
02 Bebidas alcoólicas e tabaco 
03 Vestuário e calçado 
04 Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis 
05 Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação
06 Saúde 
07 Transportes
08 Comunicações 
09 Lazer, recreação e cultura
10 Educação 
11 Restaurantes e hotéis
12 Bens e serviços diversos

1. Partindo do Gráfico 2 calcula as taxas de inflação em 2011 e 2012.
R: 2011- 0.57+0.16+1.02-0.03+0.03+0.01+0.06+0.03+0.48+0.09= 2.42
2012- 0.38+0.26-0.19+0.75+0.07+0.36+1.51+0.1+0.06+0.05+0.15+0.15=3.65
2. Identifica as três categorias em cada um dos anos, em que os preços:
a) Cresceram mais;
R: 2011- 07, 04, 01
2012- 04, 07, 01
b) Cresceram menos.
R: 2011: 10, 09, 05
2012: 06, 08, 10
3. Identifica a categoria em que os preços baixaram mais. 
R: 03

Assinala com X a resposta correcta às seguintes questões dos exames de 2016.