terça-feira, 5 de junho de 2018

O financiamento da actividade económica: autofinanciamento e financiamento externo

1. Distingue capacidade de financiamento de necessidade de financiamento. 
A capacidade de financiamento é quando um individuo dispõe de recursos superiores ao seu empregos.por exemplo no caso das famílias que gastam uma quantia inferior no consumo do que no  rendimento a necessidade de financiamento é quando as despesas são superiores às receitas.
2. Distingue financiamento externo de financiamento interno ou autofinanciamento. 
Financiamento externo  é quando o estado financia as suas atividades recorrendo a meios terceiros e autofinanciamento é quando as famílias têm capacidade de investimento com os seus próprios recursos.
3. “Nenhum pai considera seguro emprestar dinheiro aos filhos!”
Explica como esta falta de confiança está na base do modelo de negócio dos bancos, distinguindo a taxa de juro das operações activas da taxa de juro das operações passivas. 
Nenhum pai considera seguro emprestar dinheiro aos filhos porque preferem emprestar aos bancos através dos depósitos porque os bancos cedem-lhes temporariamente o dinheiro, por crédito, mediante a taxa de juro superior. 
Taxa de juro ativa é quando se pede um empréstimo com objectivo de financiar algo para on qual não dispõe dinheiro suficiente no momento, a taxa de juro passiva é quando as instituições pagam remunerações das aplicações dos seus clientes.
4. São elementos do crédito: a confiança, o risco, o tempo e as garantias. 
Explica a relação destes elementos com a taxa de juro. 
so se concebe um empréstimo se houver confiança para cumprir a honra de pagar a divida, quanto maior a confiança menor a taxa de juros, no risco, há sempre uma probabilidade de o devedor não pagar o juro. O crédito de juro é definido por um determinado tempo , quando um terceiro responde pela dívida com o seu património
5. Explicita o conceito de criação de moeda. 
Criação de moeda e quando o banco deposita uma quantia na conta de alguém, essa pessoa ganhou dinheiro mas nenhuma outra perdeu
6. Distingue as Instituições Financeiras Monetárias das Instituições Financeiras Não Monetárias. 

7. Distingue acções de obrigações, quanto:
a) Ao risco;
b) À rendibilidade;
c) À liquidez.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

1. Distingue mercado primário de mercado secundário.
R: Primário- Títulos transaccionados numa primeira oferta.
Secundário- compra e venda de títulos lançados anteriormente no mercado primário 
2. Compara o empréstimo obrigacionista com o aumento de capital quanto:
a) à rentabilidade dos títulos;
R:
b) à possibilidade de as empresas ajustarem os pagamentos à conjuntura económica. 
R: As obrigações têm sempre de pagar o mesmo juro independentemente se têm lucro ou não, as acções pagam consoante o lucro que tiverem.

3. Explicita o significado dos termos:
a) Tomada firme; 
R: É a emissão de títulos onde os intermediários financeiros garantem a sua colocação integral no mercado.
b) Corretoras;
R: Onde as empresas se encontram com o grande público
c) Cotação.
R: Preço dos títulos na bolsa.
4. Distingue bull market de bear market
R: Bull market é quando o mercado de acções está em alta, associando-se com o aumento da confiança dos investidores e bear market é quando o mercado de acções está em queda geral durante um período de tempo.
5. Imagina que em 31 de Março de 2014 tinhas uma carteira de 10.000 € em títulos, cujo valor subiu e desceu ao ritmo do PSI-20. 
Utiliza este gráfico (PSI-20 / VER MAIS / HISTÓRICO / 5 ANOS) para calcular o valor actual da tua carteira (em Maio de 2018).
R. Dia 31 de março, os 10.000€ estavam para 7,681 mil contos, agora é só 5,448 mil contos estão para 7093 €.
6. Refere as diferentes possibilidades que os indivíduos têm de rentabilizar os seus investimentos distinguindo os conceitos de price-taker e price-maker.
R: Price-taker são os indivíduos ou empresas que não são suficientemente influentes para afectar o preço e price-maket são os indivíduos ou empresas que possuem uma grande maioria das acções, podendo influenciar o seu preço, se derem ordem de compra ou de venda de um volume significativo dos títulos. 
7. A entidade que regula a actividade da Bolsa é a CMVM. Consultando o seu Guia do Investidor:
a) Descreve três dos valores mobiliários mais conhecidos;
b) Apresenta duas razões para os Fundos de Investimento serem particularmente atractivos para os pequenos investidores;
c) Identifica as categorias de investidores criadas. Interpreta a criação destas categorias após a crise financeira de 2008.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Leasing, Factoring e Capital de Risco

1. Supõe que desejas adquirir um automóvel que custa 25.000 €. Identificaste o leasing como boa opção de financiamento e desejas pagar a viatura em 48 meses. 
Determina (faz print screen) a (a) entrada inicial (Sugestão: 5.000 €), o (b) valor do aluguer mensal e o (c) valor residual (Sugestão: 1.000 €). 

2. Caracteriza o leasing.
R: Leasing significa ceder a posse por arrendamento e realiza-se através do aluguer de um ativo dispendioso.  
3. Refere as vantagens do leasing relativamente a outras alternativas de financiamento.
R: As vantagens do leasing podem ser :

  • Um esquema inteligente 
  • Isenções da compra de bens e capital 
  • Juros menores do que as outras opções de financiamento 
  • Benefícios ficais para as empresas
  • Possibilidade de obter um novo bem ou renová-lo no fim do contrato 
  • Financiamento (consumo ou investimento) a 100%

4. Caracteriza o factoring.
R: Factoring é a contratação de uma pessoa (agente consignatário) para receber o dinheiro das facturas de empresa.
5. Refere as vantagens do factoring relativamente a outras alternativas de financiamento. 
R: As vantagens do factoring podem ser :

  • A antecipação do pagamento 
  • A simplificação ao nível contabilístico
  • O financiamento de curto prazo rápida 
  • Terem acesso a uma taxa de juro mais favorável no crédito em conta corrente na CGD
  • Reduzir os prazos médios de recebimento
6. Compara a actividade das sociedades de capital de risco com a actividade dos bancos, sintetizando em menos de 200 palavras a generalidade dos aspectos referidos na página 9 deste Guia.
R: O capital de risco em comparação com o banco tem um perspectiva a médio e longo prazo enquanto o banco é a qualquer prazo. O capital de risco tem um empenhamento total até desinvestimento, já o envidamento é a análise do risco de solvabilidade e exigência de garantias patrimoniais. O capital de risco está dependente dos resultados dos negócios, já o envidamento do cumprimento do plano de pagamentos e da manutenção dos activos.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Poupança e Investimento

1. Justifique porque o conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento.
R: A poupança é abordado com o investimento porque a poupança são os rendimentos dos particulares menos o consumo privado das famílias.
2. Refira o efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança da sociedade portuguesa.
R: A partir dos anos 90 era mais fácil porque passou a ser popularizado o cartão de crédito e se as pessoas têm direito ao crédito, não precisão de poupar menos. Com a entrada na CEE e á zona Euro as pessoas começaram a sentir-se mais ricas.
3. Identifique uma opção de poupança perigosa e sem qualquer rendimento.
R: Entesouramento.
4. Identifique o destino de poupança mais comum.
R: Aplicação financeira.
5. Identifique a aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva.
R: Investimento.
6. Explique porque a taxa de lucro deverá ser superior à taxa de juro.
R: Para compensar o risco de investimento (pode causar prejuízo) e o trabalho.
7. “A taxa de juro é o preço de equilíbrio que se estabelece entre quem procura e quem oferece liquidez”. Comente.
R: A taxa de juro é utilizado para registar a rentabilidade de uma poupança ou o custo de um crédito. A taxa de juros tem diferentes tipos de índice que se empregam na medida de rentabilidade das poupanças. A taxa de juros é acordado entre o tempo dado e o dinheiro.
8. Explicita as funções do investimento.
R: As funções do investimento são as substituições ou reposição do capital, a formação de capital e aumento da capacidade produtiva e a inovação.
9. Explicita o conceito de amortizações.
R: O conceito de amortização é quando nós pedimos um empréstimo, por exemplo, de 10 000 € em 5 anos e passado um ano termos o dinheiro para amortizar-mos.
10. Distingue investimento de reposição de investimento de expansão.
R: O investimento de expansão é aumentar a capacidade produtiva.  
O investimento de reposição é investir na máquina
11. Define investimento líquido.
R: Investimento líquido é a parte do investimento que é realmente aumento da capacidade produtiva.
12. Justifica a variação de existências como componente do investimento.
R: A Variação de existências, em relação ao investimento, varia se VE<0, investimento, e VE>0, desinvestimento.
13. Justifica uma elevada taxa de poupança e um elevado volume de investimento como elementos do mesmo “ciclo virtuoso”.
R: Quando a poupança é maior, o investimento real é maior também. A formação de capital é o crescimento do desenvolvimento.
14. Entre os vários tipos de investimento, identifica o que mais contribui para:
a) o crescimento da economia;
R: Material.
b) a inovação;
R: Imaterial.
c) a especulação.
R: Financeiro.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Desigualdades na repartição dos rendimentos em Portugal e na UE

1. Distingue pobreza de privação material. Recorrendo à imagem no início deste post calcula quantas pessoas são afectadas pela (a) pobreza; (b) pela privação material; (c) por ambas as situações. 
R: Pobreza é quando uma pessoa tem o rendimento 60% inferior à média e privação material é a porção da população material que tem no mínimo 3/9 das dificuldades. As pessoas afetadas pelas pobreza são 55518000, as que são afetadas pela privação material são 21432000 e as que são afetadas sobre ambas são 13794000.
2. Refere o subemprego como factor explicativo da pobreza. 
R: O subemprego é um fator explicativo da pobreza porque, como subemprego é a pessoa trabalhar menos, consequentemente recebe também menos o que faz com que a pobreza também aumente.
3. Identifica os grupos sociais que correm maior risco de pobreza e exclusão social. 
R: Desempregados, agregados familiares e os inativos.
4. Indica os cinco países da EU com (a) mais e (b) menos população em risco de pobreza, analisando o grupo etário mais jovem (0-17). 
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+em+risco+de+pobreza+total+e+por+grupo+etario+(percentagem)-2331-180821 
R: A) Roménia, Bulgária, Grécia, Hungria e Espanha.
     B) Países baixos, Republica Checa, Eslovénia, Finlândia e Dinamarca.
5. Indica os cinco países da EU com (a) mais e (b) menos população em risco de privação material severa, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Taxa+de+privacao+material+severa+total+e+por+grupo+etario-2333-181087 
R: A) Bulgária, Roménia, Grécia, Hungria, Chipre.
     B) Dinamarca, Luxemburgo, Países Baixos, Luxemburgo e Suécia.
6. Entre o Telefone, a Televisão a cores e a Máquina de lavar roupa, verifica de qual destes bens se encontram privadas mais pessoas. Indica os cinco países com mais população privada da sua aquisição. http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+sem+capacidade+de+aquisicao+de+alguns+equipamentos+domesticos+(percentagem)-1526-63402 
R: Roménia, Bulgária, Hungria, Polónia, Croácia. 
7. Verifica qual o género onde o problema do subemprego atinge mais pessoas. Indica os cinco países onde esse género é mais afectado.
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+com+menos+de+60+anos+a+residir+em+agregados+domesticos+com+intensidade+laboral+muito+reduzida+total+e+por+sexo+(percentagem)-2334-181238 
R: Atinge mais as mulheres. Grécia, Espanha, Bélgica, Croácia e Bulgária.
8. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo rácio S80/S20. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Desigualdade+na+distribuicao+do+rendimento+(S80+S20)-1540
R: Bulgária, Roménia, Lituânia, Espanha e Grécia. Significa que o rendimento dos 20% mais ricos é 5,9 vezes maior do que os 20% mais pobres.
9. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo Coeficiente/Índice de Gini. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Indice+de+Gini-1541
R: Bulgária, Lituânia, Roménia, Espanha, Letónia. Significa que a desigualdade das pessoas em Portugal é de 33,9%.
10. Recorrendo ao Índice Better Life refere três dimensões como pontos fracos de Portugal, e outras três dimensões como pontos fortes (ou menos maus que noutros países). 
R: Os pontos fortes é a segurança, a vida/trabalho e o meio ambiente, os pontos fracos são a satisfação pessoal, a renda e o engajamento cívico.
11. Consultando o PORDATArefere a evolução do poder de compra, de 1993 para 2015, em cinco concelhos à tua escolha. 
R: Em arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção e Paredes de Coura, o poder de compra aumentou sempre.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Rendimento disponível dos particulares - 2018

1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.
R: Rendimento pessoal é o total das receitas, ou dinheiro, recebido por um indivíduo, ou família, durante um dado período de tempo e rendimento pessoal disponível é  o que as famílias têm para gastar menos os impostos e, por exemplo, as contribuições para a segurança social. 
2. Distingue impostos directos de impostos indirectos.
R: Impostos diretos é o rendimento ou o património ou o rendimento, como o IRS, o IMI, e impostos indiretos são prestações obrigatórias, pagas pelos contribuintes e que incidem sobre o rendimento.
3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.
R: A diferença entre pagar impostos e pagar as contribuições para a segurança social, é que ao pagarmos para a segurança social, sabemos para onde vai esse dinheiro.
4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.
R: Os bens não duradouros são bens indispensáveis à saúde do homem porque são bens que só podem ser usados uma vez, como a comida, um copo de água. É a parcela mais estável porque, nós sendo ricos ou pobre, precisaremos sempre de comprar comida por exemplo.
5. Utilizando o ficheiro de ajudacalcula:
a) O Rendimento Pessoal; 
b) O Rendimento disponível dos particulares;
c) O Consumo privado;
d) A Poupança;
e) A Taxa de Poupança;
f) As Taxas de crescimento das diversas rubricas. 
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_pGA6UDnOXKzb-4BQKmfbMZAb03UQBqmsKuwRxeB1aE/edit?usp=sharing

6. Interpreta os cálculos acima efectuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais;
R: 2011.
b) Nesse ano, quais as rubricas cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP;
R: As quedas que contribuíram foram as quedas do rendimento de empresas e propriedade e a queda do rendimento do trabalho.
c) Nesse ano, quais as rubricas cujo aumento mais contribuiu para a redução do RDP;
R: Impostos diretos.
d) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
R: Diminuiu.
e) Nesse ano, o significado da taxa de poupança. Como se justifica a queda da taxa de poupança 
após o final do Programa de Assistência Económica e Financeira (2011-2014, vulgo Troika).
R: A taxa de poupança diminuiu, porque como Portugal atravessou uma crise, as pessoas precisaram de poupar para conseguir manter o seu nível de vida, poupar em bens duradouros, mas assim que a crise acabou, as pessoas como tinham já mais dinheiro, começaram a gastar e deixaram de poupar como antes.

7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW
Comenta.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

A redistribuição dos rendimentos

1. Entre as receitas públicas, identifica e justifica:
a) A que agrava o volume da dívida;
R: Receitas creditícias porque resultam da contracção de empréstimos.
b) A que pode significar redução da actividade do Estado na economia;
R: Receitas patrimoniais ou voluntárias porque essas operações não são impostas mas sim negociadas com os particulares.
c) A que deverá ser utilizada para financiar despesas correntes. 
R: Receitas coactivas pois os restantes reconhecem os direitos de lhes subtrair recursos para que realiza os objetivos com os quais se comprometeu.
2. Distingue políticas fiscais de políticas sociais.
R: Políticas fiscais são as áreas onde o estado fará mais despesas como a educação a saúde a alimentação, as políticas sociais é onde o estado vais buscar os impostos como o IRS o IMI etc.
3. Explica em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
R: É arrecadar os impostos de uns e de conceder subsídios as outros..
4. Indica a importância das quatro principais rubricas da Despesa em 2015. (Dados da DGO)
R:  Transferências correntes- 48.3%
Despesas com o pessoal- 17.7%
Aquisição de bens e serviços correntes- 15.4%
Juros e outros encargos- 10.1%
5. Indica as três categorias com maior peso nas Receitas em 2015. (Ver Receitas no link anterior)
R: Impostos indirectos-28.6%
Transferências correntes-23.9%
Impostos directos-23.8%
6. Refere como o valor dos impostos varia com:
a) o nível de rendimento;
R: Quem tem um mais rendimento paga mais impostos do que os que têm menos rendimento.
b) o estado civil;
R: Os solteiros pagam mais impostos que os casados .
c) o número de filhos.
R: Quem tem mais filhos paga menos impostos do que os que têm menos filhos.
7. Justifica a independência da afectação das despesas às receitas. (Regra da não-consignação orçamental)
R: Os impostos e as despesas têm de ser independentes porque o estado estado deve colocar despesas consoante as necessidades e receber os impostos consoante a capacidade dos contribuintes. 

terça-feira, 24 de abril de 2018

Salário nominal vs. Salário real – 2018

1. Distingue salário nominal de salário real.
R: Salário real é a quantia do salário nominal que o trabalhador pode adquirir por uma determinada quantidade de bens e serviços e salário nominal é o valor do trabalho expresso em moeda.
2. Explica como o salário real varia com o (1) aumento da salário nominal e (2) a taxa de inflação.
R: O salário real sobe quando os salários aumentam e diminui quando os preços sobem.
3. Relaciona as expressões “salário real” e “poder de compra”.
R: Poder de compra são os bens que uma pessoa consegue adquirir através do seu rendimento e salário real
4. Indica como se calcula o salário real.
R: Salário real é o salário nominal/IPC*100.
5. Explica o que significa “indexar os salários” à taxa de inflação.
R: Indexar os salários é aumentar à mesma medida que a inflação aumenta.
6. Preenchendo o ficheiro de ajuda, de 2005 a 2017:
a) Calcula a taxa de inflação (linha 2);
b) Calcula a taxa de variação do salário nominal (linha 4);
c) Calcula o ganho (+) ou perda (-) do poder de compra pela diferença ente as variações de salários e de preços (linha 5);
d) Calcula o salário real em cada ano, a preços de 2005 (linha 6);
e) Calcula a taxa de variação do salário real (linha 7);
f) Calcula o valor do salário correspondente a 500€ em 2005, admitindo a sua indexação à taxa de inflação (linha 8).


7. Interpretando o ficheiro de ajuda, indica em que ano:
a) Os preços estavam mais baixos;
2005
b) Os preços estavam mais altos;
2017
c) Os preços subiram mais;
2011
d) Os preços subiram menos;
2013
e) Os preços desceram mais;
2009
f) Os preços desceram menos;
2014
g) Os salários reais estavam mais baixos;
2006
h) Os salários reais estavam mais altos;
2017
i) Os salários reais subiram mais;
2009
j) Os salários reais subiram menos;
2014
k) Os salários reais desceram mais;
2012
l) Os salários reais desceram menos;
2006
m) Os salários nominais subiram mais;
2008
n) Os salários nominais subiram menos;
2011
o) Os salários nominais desceram mais;
O salário nominal não desceu.
p) Os salários nominais desceram menos;
O salário nominal não desceu.
q) O salário mínimo de 557€ em 2017, permite adquirir o cabaz de bens e serviços que em 2005 se comprava com 467,3€.

8. Calcula quanto deveria um trabalhador auferir em 2017 para adquirir o mesmo cabaz de bens e serviços que comprava em 2005 com 1.000,00 €. 
R: Deveria auferir 1.192€.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Curva de Lorenz e Coeficiente de Gini

1. Observando a imagem do extinto DPP aquirefere como evoluiu a repartição do rendimento em Portugal no período 1990-95.
R: A evolução foi havendo um maior desequilibro nos salários , afastando-se dos 0.
2. Considerando a distribuição de rendimentos nos países C e D:
Ficheiro de ajuda
a) Calcula o rácio S80/S20;

b) Constrói o Gráfico com as Curvas de Lorenz;


c) Calcula os Coeficientes de Gini.

3. Interpreta os valores obtidos nas alíneas do ponto anterior.
R: O rácio S80/S20 do país C é mais reduzido do que o do país D, ou seja, a desigualdade dos salários é maior no país C do que no país D.
4. Constrói uma tabela com os Coeficientes de Gini para 10 países da UE, considerando os dados de 2005-2015. Comenta a posição de Portugal relativamente aos restantes países que seleccionaste.

Curva de Lorenz e Coeficiente de Gini

Portugal tem um elevado Coeficiente de Gini (CG), isso deve-se ao facto de, Portugal apesar de ser um dos países menos desenvolvidos da Europa mas também porque o rendimento está mal distribuído. Por exemplo, a Belgica que é um dos países mais desenvolvidos, já tem o seu rendimento melhor distribuído.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Repartição pessoal dos rendimentos: Leque salarial e Rendimento per capita

1. Aponte algumas razões que podem conduzir a uma repartição do rendimento injusta, mesmo num mercado eficiente.
R: O rendimento injusto é, quando por exemplo, uma pessoal recebe um herança enquanto outros que se esforçam a vida toda, não ficam com tanto dinheiro. Coisas que fazem o rendimento ser injusto são os salários, uma mulher recebe menos dinheiro no final do mês do que um homem, um país desenvolvido, como Alemanha, tem um rendimento melhor distribuído do que um país em desenvolvimento como Angola, pois está melhor dividido.

2. Distinga o rendimento pessoal do rendimento pessoal disponível.
R: O rendimento pessoal é o total das receitas, ou dinheiro, recebido por um indivíduo, ou família, durante um dado período de tempo e o rendimento pessoal disponível é o que as famílias têm para gastar menos os impostos e as contribuições sociais.
3. Considerando uma nova distribuição do rendimento, calcula nos 3 países:



a) A percentagem do Rendimento Nacional que cabe ao trabalho (Repartição Funcional do Rendimento);
R: A distribuição do salário é maior no país 1, porque, como 72% está distribuído ao rendimento mais comum, ou seja, ao salário, significa que os rendimentos estão melhor distribuídos do que no país 2.
b) Quantas vezes o salário máximo é maior que o salário mínimo (Leque salarial);
R: O salário é mais simétrico porque o salário máximo apenas é só 1,125 salários mínimos, o que significa que está melhor distribuído.
c) Em que país o rendimento se encontra melhor distribuído? (considerando todos os rendimentos, ie., a Repartição Pessoal do Rendimento);
R: Como a diferença entre o salário médio e o salário mínimo é menor no país 2 (2,25), o rendimento é melhor distribuído.
d) O Rendimento per capita.
R:
e) Comente os resultados obtidos nas alíneas acima.
R: O rendimento nacional que cabe ao trabalho é dividido no lucro, no juro, na renda e no salário das famílias, e dá para ver que na família A e B no país 1 não tiveram lucro já que só tinha o salário e a renda, já as outras famílias tiveram lucro. No país 2 apenas a família D teve lucro e no país 3 , a família B e C tiveram lucro.
O leque Salarial é a diferença entre o salário mínimo e o salário máximo, ou seja, quantas vezes o salário mínimo cabe no salário máximo. No país 1, o salário máximo é de 37,5, no país 2 o salário máximo é de 35 e o no país 3 o salário máximo é de 20. Já o salário mínimo do país 1, 2 e 3, respetivamente é de 33.333, 23.5714 e 12.5. Já o leque salarial dos países, 1, 2 e 3, respetivamente é 1.125, 1.48485 e 1.6, ou seja, no país 1, se dividir-mos o salário máximo pelo salário mínimo, dá 1.125, ou seja, o salário máximo é 1.125 maior do que o salário mínimo o que faz com que haja uma boa repartição dos salários, já no país 2, o coeficiente entre o salário máximo e mínimo já é de 1.48485, já é maior que o outro mas continua bom porque o salário máximo apenas é 1.48485 maior do que o mínimo. Já o país 3 é o que tem a maior diferença entre o salário máximo e mínimo, diferença de 1,6.
A repartição pessoal
4. Refira três limitações do Rendimento per capita.
R: O rendimento per capita, como é apenas uma média, não se tem grande precisão, porque, por exemplo, na repartição de uma tabelete de chocolate com 10 pedaços, um rapaz pode comer 7 e o outro 3, como ambos podem comer 5, em média, nas duas situações ambos comeram 5 pedaços, mas no segundo está melhor distribuído.
5. O EuroStat, calculando o Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, já pretende responder a uma das limitações do Rendimento per capita. Qual? Justifique.

6. Publica um gráfico com os valores do Rendimento pessoal disponível per capita real ajustado, para 10 países contrastantes (5 dos + ricos e 5 dos + pobres). Comenta o gráfico.